Sabe o quão ruim é querer acreditar em algo e não conseguir? Sabe, eu gostaria muito de acreditar no que me disseram, mas antes de dizer o que me disseram, disseram algo que contradiz o que me disseram depois então eu fico perdido, sem chão. Estava pensando nisso agora há pouco enquanto tentava dormir, perdi o sono.
Estou a ouvir Odgen's Nut Gone Flake é um disco de 68 do Small Faces, é a primeira opera rock feita, para vocês que pensam que foi o Tommy do Who: você estão enganados.
Até breve.
segunda-feira, 29 de março de 2010
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Não foi o destino
Boa tarde, pessoal. Vou lhes contar algo muito interessante que aconteceu comigo e com um amigo sábado passado.
Estávamos no ensaio da banda e o galpão onde fica os instrumentos fica na zona rural de limeira, bem isolada da cidade, quase em outra cidade. Para ensaiar, nós costumamos pegar um ônibus na rodoviária e para voltar, nós pegamos o ônibus na frente de um posto, de baixo de uma árvore. Depois do ensaio, ficamos conversando e tudo o mais, por volta das 18h30, eu falei para o Olmos "é melhor a gente ir, não?", ele concordou comigo e fomos andando. O nosso objetivo era chegar de baixo da árvore às 18h45, porque o ônibus parte 18h50, então fomos andando rápido.
Quando estávamos próximos à arvore, parou um caminhão velho, com um senhor simpático dentro e esse senhor nos ofereceu uma carona. Olhei para o Olmos e disse ao senhor simpático "ah, vamos aceitar a sua carona". Beleza, entramos no caminhão do senhor simpático e eu perguntei que as horas, o Olmos olhou no celular dele e disse "19h..." -ou seja, o ônibus já tinha passado e nós perdemos ele-. Eu olhei para o Olmos e disse "cara, puta sorte, nós perdemos o ônibus!", ele concordou comigo. Passaram-se 20 minutos e o senhor simpático nos deixou perto de casa.
Imagine se a gente não aceitasse a carona, nós ficariamos um bom tempo esperando o ônibus passar até perceber que ele já havia passado. O celular do Olmos estava quase sem bateria e o meu celular tinha sido roubado dias antes do ensaio, ou seja, não poderíamos ligar para nossos pais e naquele trecho o último ônibus é o das 18h50. Nós estaríamos perdidos se eu não tivesse aceitado a carona. Eu não acredito em destino, nem em coincidência, mas esse dia foi muita sorte.
Estávamos no ensaio da banda e o galpão onde fica os instrumentos fica na zona rural de limeira, bem isolada da cidade, quase em outra cidade. Para ensaiar, nós costumamos pegar um ônibus na rodoviária e para voltar, nós pegamos o ônibus na frente de um posto, de baixo de uma árvore. Depois do ensaio, ficamos conversando e tudo o mais, por volta das 18h30, eu falei para o Olmos "é melhor a gente ir, não?", ele concordou comigo e fomos andando. O nosso objetivo era chegar de baixo da árvore às 18h45, porque o ônibus parte 18h50, então fomos andando rápido.
Quando estávamos próximos à arvore, parou um caminhão velho, com um senhor simpático dentro e esse senhor nos ofereceu uma carona. Olhei para o Olmos e disse ao senhor simpático "ah, vamos aceitar a sua carona". Beleza, entramos no caminhão do senhor simpático e eu perguntei que as horas, o Olmos olhou no celular dele e disse "19h..." -ou seja, o ônibus já tinha passado e nós perdemos ele-. Eu olhei para o Olmos e disse "cara, puta sorte, nós perdemos o ônibus!", ele concordou comigo. Passaram-se 20 minutos e o senhor simpático nos deixou perto de casa.
Imagine se a gente não aceitasse a carona, nós ficariamos um bom tempo esperando o ônibus passar até perceber que ele já havia passado. O celular do Olmos estava quase sem bateria e o meu celular tinha sido roubado dias antes do ensaio, ou seja, não poderíamos ligar para nossos pais e naquele trecho o último ônibus é o das 18h50. Nós estaríamos perdidos se eu não tivesse aceitado a carona. Eu não acredito em destino, nem em coincidência, mas esse dia foi muita sorte.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Feriado maravilhoso
Olá, como vão vocês, inexistentes leitores? Nossa, faz tempo que não escrevo nada aqui, então aqui vai um post:
Estou ouvindo uma banda muito boa, chamada Larrikin Love. É uma banda de indie rock formada em 2005, na cidade de londres, inglaterra. Infelizmente, a banda acabou em 2007; eu não fiquei triste porque só a conheci no início do ano passado, ou seja, a banda já havia terminado -o que, realmente, é uma pena-. Enfim, eles lançaram um único cd, Freedom Spark, que é de 2006; a banda fez bastante sucesso na inglaterra com músicas como Happy as Annie, Six Queens, Edwould, entre outras. Hoje em dia, você pode encontrar o vocalista (Edward Larrkin) em seu projeto solo: Pan I Am, muito semelhante ao som do Larrikin Love.
Bom, é isso, ouçam essa banda porque vale a pena!
Adeus e até a próxima.
Estou ouvindo uma banda muito boa, chamada Larrikin Love. É uma banda de indie rock formada em 2005, na cidade de londres, inglaterra. Infelizmente, a banda acabou em 2007; eu não fiquei triste porque só a conheci no início do ano passado, ou seja, a banda já havia terminado -o que, realmente, é uma pena-. Enfim, eles lançaram um único cd, Freedom Spark, que é de 2006; a banda fez bastante sucesso na inglaterra com músicas como Happy as Annie, Six Queens, Edwould, entre outras. Hoje em dia, você pode encontrar o vocalista (Edward Larrkin) em seu projeto solo: Pan I Am, muito semelhante ao som do Larrikin Love.
Bom, é isso, ouçam essa banda porque vale a pena!
Adeus e até a próxima.
sábado, 3 de outubro de 2009
Post instantâneo
Olá pessoal, eu sei que não estou falando isso para ninguém porque eu sei que ninguém está lendo. Mas enfim, eu vim aqui para falar de um cantor/compositor/escritor chamado Jorge Mautner, o cara da música "maracatu atômico". Conheci Jorge Mautner através de um amigo que falou dele -há muito tempo-, eu fiquei interessado, dei uma pesquisada e comecei a gostar dele, embora não o conheço muito.
Ele tem 13 livros publicados e eu só conheço um: "Panfletos da nova era". Aquela música, maracatu atômico, é dele e do Nelson Jacobina -que é um cara que acompanha ele -, muito boa. Ele é um cara cult, não costumava aparecer muito na TV. Ainda vou a um show dele, ele é muito pirado!
Ele tem 13 livros publicados e eu só conheço um: "Panfletos da nova era". Aquela música, maracatu atômico, é dele e do Nelson Jacobina -que é um cara que acompanha ele -, muito boa. Ele é um cara cult, não costumava aparecer muito na TV. Ainda vou a um show dele, ele é muito pirado!
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Quinta-feira, 1 de outubro e eu posso me considerar um homem feliz pelo simples motivo de ter montado a Paula -minha guitarra-. Eu e a Paula temos uma longa e feliz história, ficamos separados por um tempo e agora estamos juntos de novo. Vou contar a minha história com a Paula.
No natal de 2006, meu pai veio em minha direção com um case na mão, entregou o case e disse "feliz natal, rapaz"; muito empolgado e feliz eu abri o case, mas tudo o que encontrei foi um bilhetinho escrito "vale uma guitarra" -isso me decepcionou-. No dia seguinte, eu e o velho Chico fomos à uma loja de instrumentos, que por acaso vende guitarra, e eu escolhi uma guitarra preta no modelo Gibson Les Paul -entenderam o por que de Paula?-, foi aí que começou uma longa história de altos e baixos entre Paula e eu. Minha primeira banda com a paula foi formada em janeiro de 2007 e se chamava Enjoy It. Tocamos por 6 meses até a banda ter seu fim decretado. Depois de aproximadamente 9 meses, em 2008, montei uma banda que se chamava Yellow Bricks, tocamos por 4 meses -4 meses muito felizes- até o baixista (Edson ou Nico, como preferirem) anunciar a sua saída.
Foi um puta baixo astral porque a banda ia acabar e tal... Mas eu tive uma ideia genial -foi aí que me separei da Paula-: troquei a Paula pelo Grande Sam, que é o baixo do Edson. Fomos em frente com a banda, que agora se chamava Tipsy Clowns, inclusive temos duas músicas no trama virutal, se quiserem conferir é só pricurar a gente. A Tipsy Clowns tinha, praticamente, a mesma formação da Yellow Bricks, a diferença é que eu tocava baixo. Passaram-se 2 meses a Tipsy Clowns acabou porque não dava mais para o baterista ensaiar. Eu e Olmos -guitarrsta-, desamparados, chamamos o edson para montar um power trio que se chamaria Old Nicks. Nessa banda, eu tocava bateria -to tocando até hoje, mas vamos chegar lá-, o Olmos guitarra e o Edson baixo. Ensaiamos por um mês com o trio até eu chamar um amigo meu, Lucas, para tocar guitarra com a gente, ele aceitou e começamos tocar numa banda de 4 pessoas, e nesse meio tempo eu percebi que não precisava mais tocar baixo e poderia ter a Paula de volta, então conversei com o Edson e destrocamos. Foi aí que eu e a Paula nos reencontramos e podemos viver felizes para sempre.
Ontem eu terminei de montar ela e coloquei um encordoamento novinho nela e não paro mais de toca-la! Simplesmente não paro! Incrível como você pode se apegar a um instrumento.
That's all folks!
No natal de 2006, meu pai veio em minha direção com um case na mão, entregou o case e disse "feliz natal, rapaz"; muito empolgado e feliz eu abri o case, mas tudo o que encontrei foi um bilhetinho escrito "vale uma guitarra" -isso me decepcionou-. No dia seguinte, eu e o velho Chico fomos à uma loja de instrumentos, que por acaso vende guitarra, e eu escolhi uma guitarra preta no modelo Gibson Les Paul -entenderam o por que de Paula?-, foi aí que começou uma longa história de altos e baixos entre Paula e eu. Minha primeira banda com a paula foi formada em janeiro de 2007 e se chamava Enjoy It. Tocamos por 6 meses até a banda ter seu fim decretado. Depois de aproximadamente 9 meses, em 2008, montei uma banda que se chamava Yellow Bricks, tocamos por 4 meses -4 meses muito felizes- até o baixista (Edson ou Nico, como preferirem) anunciar a sua saída.
Foi um puta baixo astral porque a banda ia acabar e tal... Mas eu tive uma ideia genial -foi aí que me separei da Paula-: troquei a Paula pelo Grande Sam, que é o baixo do Edson. Fomos em frente com a banda, que agora se chamava Tipsy Clowns, inclusive temos duas músicas no trama virutal, se quiserem conferir é só pricurar a gente. A Tipsy Clowns tinha, praticamente, a mesma formação da Yellow Bricks, a diferença é que eu tocava baixo. Passaram-se 2 meses a Tipsy Clowns acabou porque não dava mais para o baterista ensaiar. Eu e Olmos -guitarrsta-, desamparados, chamamos o edson para montar um power trio que se chamaria Old Nicks. Nessa banda, eu tocava bateria -to tocando até hoje, mas vamos chegar lá-, o Olmos guitarra e o Edson baixo. Ensaiamos por um mês com o trio até eu chamar um amigo meu, Lucas, para tocar guitarra com a gente, ele aceitou e começamos tocar numa banda de 4 pessoas, e nesse meio tempo eu percebi que não precisava mais tocar baixo e poderia ter a Paula de volta, então conversei com o Edson e destrocamos. Foi aí que eu e a Paula nos reencontramos e podemos viver felizes para sempre.
Ontem eu terminei de montar ela e coloquei um encordoamento novinho nela e não paro mais de toca-la! Simplesmente não paro! Incrível como você pode se apegar a um instrumento.
That's all folks!
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Segundo post é mais tranquilo -serviço militar-
Boa tarde a todos, hoje é uma bela quarta-feira de primavera e eu tive que ir à junta militar e me alistar no exército. Mas não me alistei porque hoje é o último dia do mês e eles não fazem o alistamento e tal. Não me importo de ter que ir lá e me alistar, o único problema é se eu for chamado para prestar o serviço militar, aí é baixo astral.
No desespero e na vontade de concluir meu colégio e me mudar para capital paulista eu bolei uma carta:
"Prezado Oficial Militar, venho por intermédio desta pedir a minha dispensa do serviço militar. A razão para isto é bastante complexa e tentarei explicar em detalhes. Meu pai e eu moramos juntos e possuímos um rádio e uma televisão. Meu pai é viúvo e eu solteiro. No andar de baixo, moram uma viúva e sua filha, ambas muito bonitas e sem rádio e nem televisão. O rádio e a televisão fez com que nossas famílias ficassem mais próximas. Eu me apaixonei pela viúva e casei com ela. Meu pai se apaixonou pela filha e também se casou com esta. Neste momento, começou a confusão. A filha da minha esposa, a qual casou com o meu pai, é agora a minha madrasta. Ao mesmo tempo, porque eu casei com a mãe, a filha dela também é minha filha -enteada-. Além disso, meu pai se tornou o genro da minha esposa, que por sua vez é sua sogra. A minha esposa ganhou recentemente um filho, que é irmão da minha madrasta. Portanto, a minha madrasta também é a avó do meu filho, além de ser seu irmão. A jovem esposa do meu pai é minha mãe -madrasta-, e o seu filho ficou sendo o meu irmão. Meu filho é então o tio do meu neto, porque o meu filho é irmão de minha filha -enteada-. Eu sou, como marido de sua avó, seu avô. Portanto sou o avô de meu irmão. Mas como o avô do meu irmão também é o meu avô, conclui-se que eu sou o avô de mim mesmo! Portanto, Senhor Oficial, eu peço dispensa do serviço militar baseado no fato de que a lei não permite que avô, pai e filho sirvam ao mesmo tempo. Se o Senhor tiver qualquer dúvida releia o texto várias vezes -ou tente desenhar um gráfico- para constatar que o meu argumento realmente é verdadeiro e correto.
Ass. Avô, pai e filho."
É isso aí, espero que com essa carta eu consiga me safar.
Ps: Natalia, essa carta só pra enganar os oficiais do exército, não me casei com ninguém :D
Uma boa quarta-feira a todos e até a próxima!
No desespero e na vontade de concluir meu colégio e me mudar para capital paulista eu bolei uma carta:
"Prezado Oficial Militar, venho por intermédio desta pedir a minha dispensa do serviço militar. A razão para isto é bastante complexa e tentarei explicar em detalhes. Meu pai e eu moramos juntos e possuímos um rádio e uma televisão. Meu pai é viúvo e eu solteiro. No andar de baixo, moram uma viúva e sua filha, ambas muito bonitas e sem rádio e nem televisão. O rádio e a televisão fez com que nossas famílias ficassem mais próximas. Eu me apaixonei pela viúva e casei com ela. Meu pai se apaixonou pela filha e também se casou com esta. Neste momento, começou a confusão. A filha da minha esposa, a qual casou com o meu pai, é agora a minha madrasta. Ao mesmo tempo, porque eu casei com a mãe, a filha dela também é minha filha -enteada-. Além disso, meu pai se tornou o genro da minha esposa, que por sua vez é sua sogra. A minha esposa ganhou recentemente um filho, que é irmão da minha madrasta. Portanto, a minha madrasta também é a avó do meu filho, além de ser seu irmão. A jovem esposa do meu pai é minha mãe -madrasta-, e o seu filho ficou sendo o meu irmão. Meu filho é então o tio do meu neto, porque o meu filho é irmão de minha filha -enteada-. Eu sou, como marido de sua avó, seu avô. Portanto sou o avô de meu irmão. Mas como o avô do meu irmão também é o meu avô, conclui-se que eu sou o avô de mim mesmo! Portanto, Senhor Oficial, eu peço dispensa do serviço militar baseado no fato de que a lei não permite que avô, pai e filho sirvam ao mesmo tempo. Se o Senhor tiver qualquer dúvida releia o texto várias vezes -ou tente desenhar um gráfico- para constatar que o meu argumento realmente é verdadeiro e correto.
Ass. Avô, pai e filho."
É isso aí, espero que com essa carta eu consiga me safar.
Ps: Natalia, essa carta só pra enganar os oficiais do exército, não me casei com ninguém :D
Uma boa quarta-feira a todos e até a próxima!
terça-feira, 29 de setembro de 2009
O primeiro post é sempre mais difícil.
Bom, essa é a primeira vez que estou escrevendo aqui, então é normal esse post ser uma merda. Hoje eu estava conversando com minha namorada sobre paçoca... Se Deus inventou um doce, esse doce é a paçoca. Paçoca é genial, o sabor, a textura e o cheiro. Enfim, paçoca é paçoca e ninguém pode negar.
Uma vez, alguém caminhou ao meu encontro, mas eu não soube o que fazer e então disse "olá" pra mim, mas eu não soube o que fazer porque eu acho que minhas palavras foram confusas, então eu recuei e tentei ser engraçado, porque soube que não pude fazer nada. Então minha mãe tentou me levantar quando eu estava sentado no chão.
Enquanto estava escrevendo aqui, meu amigo Edson -ou nico ou até mesmo manédson- estava participando de um sorteio para ganhar uma camiseta de uma banda chamada Pública. Enfim, ele ficou na frente do computador esperando sair um vencedor e não foi ao banheiro; moral da história: perdeu tempo. Mas ele foi ao banheiro antes de começar o sorteio.
Uma vez, alguém caminhou ao meu encontro, mas eu não soube o que fazer e então disse "olá" pra mim, mas eu não soube o que fazer porque eu acho que minhas palavras foram confusas, então eu recuei e tentei ser engraçado, porque soube que não pude fazer nada. Então minha mãe tentou me levantar quando eu estava sentado no chão.
Enquanto estava escrevendo aqui, meu amigo Edson -ou nico ou até mesmo manédson- estava participando de um sorteio para ganhar uma camiseta de uma banda chamada Pública. Enfim, ele ficou na frente do computador esperando sair um vencedor e não foi ao banheiro; moral da história: perdeu tempo. Mas ele foi ao banheiro antes de começar o sorteio.
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