Boa tarde, pessoal. Vou lhes contar algo muito interessante que aconteceu comigo e com um amigo sábado passado.
Estávamos no ensaio da banda e o galpão onde fica os instrumentos fica na zona rural de limeira, bem isolada da cidade, quase em outra cidade. Para ensaiar, nós costumamos pegar um ônibus na rodoviária e para voltar, nós pegamos o ônibus na frente de um posto, de baixo de uma árvore. Depois do ensaio, ficamos conversando e tudo o mais, por volta das 18h30, eu falei para o Olmos "é melhor a gente ir, não?", ele concordou comigo e fomos andando. O nosso objetivo era chegar de baixo da árvore às 18h45, porque o ônibus parte 18h50, então fomos andando rápido.
Quando estávamos próximos à arvore, parou um caminhão velho, com um senhor simpático dentro e esse senhor nos ofereceu uma carona. Olhei para o Olmos e disse ao senhor simpático "ah, vamos aceitar a sua carona". Beleza, entramos no caminhão do senhor simpático e eu perguntei que as horas, o Olmos olhou no celular dele e disse "19h..." -ou seja, o ônibus já tinha passado e nós perdemos ele-. Eu olhei para o Olmos e disse "cara, puta sorte, nós perdemos o ônibus!", ele concordou comigo. Passaram-se 20 minutos e o senhor simpático nos deixou perto de casa.
Imagine se a gente não aceitasse a carona, nós ficariamos um bom tempo esperando o ônibus passar até perceber que ele já havia passado. O celular do Olmos estava quase sem bateria e o meu celular tinha sido roubado dias antes do ensaio, ou seja, não poderíamos ligar para nossos pais e naquele trecho o último ônibus é o das 18h50. Nós estaríamos perdidos se eu não tivesse aceitado a carona. Eu não acredito em destino, nem em coincidência, mas esse dia foi muita sorte.
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