sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Não foi o destino

Boa tarde, pessoal. Vou lhes contar algo muito interessante que aconteceu comigo e com um amigo sábado passado.
Estávamos no ensaio da banda e o galpão onde fica os instrumentos fica na zona rural de limeira, bem isolada da cidade, quase em outra cidade. Para ensaiar, nós costumamos pegar um ônibus na rodoviária e para voltar, nós pegamos o ônibus na frente de um posto, de baixo de uma árvore. Depois do ensaio, ficamos conversando e tudo o mais, por volta das 18h30, eu falei para o Olmos "é melhor a gente ir, não?", ele concordou comigo e fomos andando. O nosso objetivo era chegar de baixo da árvore às 18h45, porque o ônibus parte 18h50, então fomos andando rápido.
Quando estávamos próximos à arvore, parou um caminhão velho, com um senhor simpático dentro e esse senhor nos ofereceu uma carona. Olhei para o Olmos e disse ao senhor simpático "ah, vamos aceitar a sua carona". Beleza, entramos no caminhão do senhor simpático e eu perguntei que as horas, o Olmos olhou no celular dele e disse "19h..." -ou seja, o ônibus já tinha passado e nós perdemos ele-. Eu olhei para o Olmos e disse "cara, puta sorte, nós perdemos o ônibus!", ele concordou comigo. Passaram-se 20 minutos e o senhor simpático nos deixou perto de casa.
Imagine se a gente não aceitasse a carona, nós ficariamos um bom tempo esperando o ônibus passar até perceber que ele já havia passado. O celular do Olmos estava quase sem bateria e o meu celular tinha sido roubado dias antes do ensaio, ou seja, não poderíamos ligar para nossos pais e naquele trecho o último ônibus é o das 18h50. Nós estaríamos perdidos se eu não tivesse aceitado a carona. Eu não acredito em destino, nem em coincidência, mas esse dia foi muita sorte.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Feriado maravilhoso

Olá, como vão vocês, inexistentes leitores? Nossa, faz tempo que não escrevo nada aqui, então aqui vai um post:
Estou ouvindo uma banda muito boa, chamada Larrikin Love. É uma banda de indie rock formada em 2005, na cidade de londres, inglaterra. Infelizmente, a banda acabou em 2007; eu não fiquei triste porque só a conheci no início do ano passado, ou seja, a banda já havia terminado -o que, realmente, é uma pena-. Enfim, eles lançaram um único cd, Freedom Spark, que é de 2006; a banda fez bastante sucesso na inglaterra com músicas como Happy as Annie, Six Queens, Edwould, entre outras. Hoje em dia, você pode encontrar o vocalista (Edward Larrkin) em seu projeto solo: Pan I Am, muito semelhante ao som do Larrikin Love.
Bom, é isso, ouçam essa banda porque vale a pena!

Adeus e até a próxima.

sábado, 3 de outubro de 2009

Post instantâneo

Olá pessoal, eu sei que não estou falando isso para ninguém porque eu sei que ninguém está lendo. Mas enfim, eu vim aqui para falar de um cantor/compositor/escritor chamado Jorge Mautner, o cara da música "maracatu atômico". Conheci Jorge Mautner através de um amigo que falou dele -há muito tempo-, eu fiquei interessado, dei uma pesquisada e comecei a gostar dele, embora não o conheço muito.
Ele tem 13 livros publicados e eu só conheço um: "Panfletos da nova era". Aquela música, maracatu atômico, é dele e do Nelson Jacobina -que é um cara que acompanha ele -, muito boa. Ele é um cara cult, não costumava aparecer muito na TV. Ainda vou a um show dele, ele é muito pirado!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Quinta-feira, 1 de outubro e eu posso me considerar um homem feliz pelo simples motivo de ter montado a Paula -minha guitarra-. Eu e a Paula temos uma longa e feliz história, ficamos separados por um tempo e agora estamos juntos de novo. Vou contar a minha história com a Paula.
No natal de 2006, meu pai veio em minha direção com um case na mão, entregou o case e disse "feliz natal, rapaz"; muito empolgado e feliz eu abri o case, mas tudo o que encontrei foi um bilhetinho escrito "vale uma guitarra" -isso me decepcionou-. No dia seguinte, eu e o velho Chico fomos à uma loja de instrumentos, que por acaso vende guitarra, e eu escolhi uma guitarra preta no modelo Gibson Les Paul -entenderam o por que de Paula?-, foi aí que começou uma longa história de altos e baixos entre Paula e eu. Minha primeira banda com a paula foi formada em janeiro de 2007 e se chamava Enjoy It. Tocamos por 6 meses até a banda ter seu fim decretado. Depois de aproximadamente 9 meses, em 2008, montei uma banda que se chamava Yellow Bricks, tocamos por 4 meses -4 meses muito felizes- até o baixista (Edson ou Nico, como preferirem) anunciar a sua saída.
Foi um puta baixo astral porque a banda ia acabar e tal... Mas eu tive uma ideia genial -foi aí que me separei da Paula-: troquei a Paula pelo Grande Sam, que é o baixo do Edson. Fomos em frente com a banda, que agora se chamava Tipsy Clowns, inclusive temos duas músicas no trama virutal, se quiserem conferir é só pricurar a gente. A Tipsy Clowns tinha, praticamente, a mesma formação da Yellow Bricks, a diferença é que eu tocava baixo. Passaram-se 2 meses a Tipsy Clowns acabou porque não dava mais para o baterista ensaiar. Eu e Olmos -guitarrsta-, desamparados, chamamos o edson para montar um power trio que se chamaria Old Nicks. Nessa banda, eu tocava bateria -to tocando até hoje, mas vamos chegar lá-, o Olmos guitarra e o Edson baixo. Ensaiamos por um mês com o trio até eu chamar um amigo meu, Lucas, para tocar guitarra com a gente, ele aceitou e começamos tocar numa banda de 4 pessoas, e nesse meio tempo eu percebi que não precisava mais tocar baixo e poderia ter a Paula de volta, então conversei com o Edson e destrocamos. Foi aí que eu e a Paula nos reencontramos e podemos viver felizes para sempre.
Ontem eu terminei de montar ela e coloquei um encordoamento novinho nela e não paro mais de toca-la! Simplesmente não paro! Incrível como você pode se apegar a um instrumento.
That's all folks!